Olhares no Largo

Mais OLHARES, mais oportunidades de (re) ver os nossos FILMES…

nas primeiras quintas do mês… no Café do Largo, às 19h. Entrada livre

QUINTA, 2 de Novembro, 19h
PIRATES OF SALÉ 
Rosa Rogers e Merième Addou 
Marrocos / Inglaterra | doc | 2014 | 78’

QUINTA, 7 de Dezembro, 19h
UN PAESE DI CALABRIA
Shu Aiello e Catherine Catella
França / Itália | doc | 2016 | 90′

OS OLHARES NO LARGO surgem duma parceria dos Olhares do Mediterrâneo com a Largo Residências.

Trata-se de uma programação mensal em que poderão (re) ver alguns dos filmes que nos foram mais queridos ao longo das quatro edições do Festival.

Todas as primeiras quintas-feiras do mês, às 19h, poderão assistir a um filme+debate, muito à semelhança dos formatos que nos habituámos a ter no Festival.

A programação será divulgada nesta página, no nosso Facebook e nos meios de comunicação da Largo Residências. Será criado um evento no Facebook para cada sessão.

Todos os filmes estão legendados em português e quando houver indicação nesse sentido, também em inglês. As sessões são gratuitas. Apareçam!

Programação até ao final do ano

2017

QUINTA, 2 de Novembro, 19h

Pirates of Salé

PIRATES OF SALÉ 
Rosa Rogers e Merième Addou 
Marrocos / Inglaterra | doc | 2014 | 78’

O Circo Shems’y está localizado junto a um dos bairros de lata mais pobres de Marrocos. Todos os anos, centenas de jovens acorrem a prestar audições, procurando um futuro no circo. Pirates of Salé conta a história de quatro destes jovens artistas numa dura viagem de transformação. É um filme que mostra o que é ser jovem num lugar com poucas oportunidades e pouco espaço para sonhar.

Convidados: A TENDA, associação cultural na área das artes circenses.

+ info AQUI

QUINTA, 7 de Dezembro, 19h

UN PAESE DI CALABRIA 
Shu Aiello e Catherine Catella
França/Itália | doc | 2016 | 90′

Como muitas aldeias no Sul de Itália, Riace sofre já há muito de um êxodo rural maciço em direcção às cidades do Norte e a países ricos. As casas em ruínas e os terrenos abandonados caracterizam a paisagem desta aldeia moribunda. Mas um dia, no Verão de 1998, um barco com 200 curdos encalha na praia e a aldeia ganha nova vida. Riace, um sítio de onde em tempos se escapava, atrai agora cada vez mais refugiados, homens que vêm de terras longínquas e inóspitas.

Convidados: um refugiado que “deu à costa” em Portugal e nos fala da sua experiência

+ info AQUI

 

UMA ORGANIZAÇÃO